Felicidade sem motivo!

“Que a felicidade não dependa do tempo, nem da paisagem, nem da sorte, nem do dinheiro. 
Que ela possa vir com toda a simplicidade, de dentro para fora, de cada um para todos. 
Que as pessoas saibam falar, calar, e acima de tudo ouvir. 
Que tenham amor ou então sintam falta de não tê-lo. 
Que tenham ideais e medo de perdê-lo. 
Que amem ao próximo e respeitem sua dor. 
Para que tenhamos certeza de que: Ser feliz sem motivo é a mais autêntica forma de amor”



Tenham todos uma ótima semana!!
Amei essa foto, retrata um desejo meu de ser mãe além de biológica como já sou, mãe adotiva de um anjinho que virá para aumentar nossa felicidade...
Daya

Diminua o passo

Alguma vez você já observou crianças num carrossel?
Ou ouviu a chuva batendo no chão?
Alguma vez já seguiu o voo errático de uma borboleta?
…ou fixou o olhar no sol no crepúsculo?
É melhor você diminuir o passo. Não dance tão depressa…
o tempo é curto, a música vai acabar.
Você corre através de cada dia voando?
Quando você pergunta “Como vai?”
Você escuta a resposta?
Quando o dia finda,
você fica deitado na cama,
com os próximos afazeres rolando por sua cabeça?
É melhor você diminuir o passo.
Não dance tão depressa…
…o tempo é curto, a música vai acabar
Você disse alguma vez a uma criança:
“Vamos deixar para fazer isto amanhã?”
E na sua pressa, não viu a tristeza dela?
Perdeu contato, deixou uma boa amizade morrer
porque você nunca tinha tempo para ligar e dizer “Oi” ?
É melhor você diminuir o passo.
Não dance tão depressa…
o tempo é curto, a música vai acabar…
Quando você corre tão depressa
para chegar a algum lugar,
você perde metade da satisfação de chegar lá.
Quando você se preocupa e se apressa em seu dia todo,
é como se fosse um presente que não foi aberto…
um presente jogado fora!
A vida não é uma corrida…
… Leve-a mais devagar…
… Ouça a música…

Relação consigo mesmo!


‎"Aceite a si mesmo, como você é. E isso é a coisa mais difícil no mundo, porque... vai contra seu treino, educação, sua cultura.
Bem desde o princípio lhe tem sido dito como você deve ser.
Ninguém nunca lhe havia dito que você é bom como você é.
Mas um 'Eu' natural de amor é um imperativo, um fenômeno básico.
Só então, a partir disso, você pode amar outra pessoa.
Aceite a si mesmo, ame a si mesmo. Ninguém nunca foi como você e ninguém jamais será como você.
Você é simplesmente único, incomparável.
 
Aceite isso, ame isso, celebre isso.
E nessa mesma celebração você começará a ver a singularidade dos outros, a beleza incomparável dos outros.
O amor só é possível quando há uma profunda aceitação de si mesmo, do outro, do mundo.
Aceitação cria o ambiente no qual o amor cresce, o solo no qual o amor floresce."
OSHO



Nós e Laços! Entenda onde está a diferença entre Paixão e Amor.

Surgiu a vontade de trazer pra vocês, essa mensagem, quando conversava com Karla Lobo, ela me dizia: Que o amor não pode ser nó, porque aperta, sufoca, precisa ser laço, ai então fui procurar sobre os nós e laços e me deparei com essa linda mensagem, que diz muito sobre nossas relações. 
Espero que gostem!




Nós e Laços, Paixão e Amor


Quando nascemos, o fio que nos ligava à origem mãe foi cortado. O primeiro nó é o umbigo, ônfalo, memoria da origem, nó cego, dado para estancar a ferida aberta da primeira e definitiva perda.

Quando Apolo divide os andróginos em dois, a mando de Zeus, o umbigo é deixado como registro da nossa condição de fendido, cortado, para nos lembrar da impossibilidade de completude, condição exclusiva dos deuses.

Incapazes de aceitar tal desamparo, cremos na possibilidade de religação, iludidos pela possibilidade da construção de um “nós”, pronome da 1ª pessoa do plural. Tal busca se condena ao fracasso quando queremos fazer, da nossa relação com o outro, um nó.

Inseguros pela angústia da primeira, perda, buscamos prender o outro e nos prender a ele, queremos que o“nós” esteja firme como um nó. Ilusão.
Com o outro, não fazemos nós; só podemos fazer laços. O nós com o outro é a ilusão da ligação definitiva, perene. Não existe. O nó só pode ser dado em si mesmo. É sempre cego, como a paixão. O amor, ao contrário, vê o outro, e reconhece que só há ligação se o outro também a deseja. Daí a fragilidade da relação amorosa: ela não depende só de mim.

Por isso, com o outro fazemos apenas laços, metáfora da precariedade de sua permanência.
O nó embola, o laço enfeita. O nó aprisiona, o laço respeita a liberdade. O nó nega o outro. O laço reconhece a necessidade de cativá-lo permanentemente. O nó representa a ilusão da reciprocidade da relação, o laço representa a unilateralidade do vínculo. O nó quer o nó do outro, quer nós. O laço não exige o abandono da singularidade.

Separar do outro não é desfazer o “nós”, nem desfazer nós. Separar é desfazer o laço. Dói mais quando acreditamos na paixão, ilusão do “nós”, porque depois do laço desfeito, ficamos com nossos nós para desembolar sozinhos. Sentimo-nos, literalmente, arrebentados, o que exige reconstruir o eu, que nunca deveria ter deixado de sê-lo, pessoa primeira do singular. Por isso, não podemos falar em nosso amor. O amor é unilateral, parte sempre do eu para o outro. O amor do outro, a ele lhe pertence. Se existe, não sei. Com sorte, podemos falar em nossos amores, que são dois.

Quando o outro parte desfaz-se o laço, mas o meu amor permanece. Quando compreendemos que o amor é o encontro de duas singularidades, deixamos de temer os nós, pois este amor não prende, liberta. Já a paixão, ilusão do plural reunido em um pronome, é a projeção do eu que busca o nó consigo mesmo. A paixão é cega, o amor é pré-vidente. A paixão consome, o amor cuida.

Só amamos quando aceitamos a absoluta solidão do ser, quando reconhecemos que o outro não vai acabar com a falta que origina o nosso desejo. Amar exige aceitar a precariedade dos laços, reconhecer-se separado para ver-se ligado, conhecer seus limites para contemplar o outro. Amor é devoção, é manifestar a gratidão por quem te faz sentir ligado, quando na verdade somos sós. 

O amor é o presente de sentir que existe o laço com outro ser, quando na verdade vivemos o abismo do abandono diante do mistério da vida e da morte. Diante do milagre do amor, o outro é o altar onde eu celebro o mistério. Devo tocá-lo com o cuidado que o sagrado exige. Nossa união deve ter a delicadeza de um laço.


Autor: Roberto Patrus-Pena - Colunista de Plurale. É Pesquisador e professor do Mestrado e Doutorado em Administração da PUC Minas, filósofo, psicólogo e psicoterapeuta.



Dia do Trabalhador

Trabalho

Hoje é dia do trabalhador, parabéns a todos que DEUS nos dê sempre muita força, saúde e fé para seguir em nossa caminhada...


Abraços
Daya Cunha



O cântico da terra
Cora Coralina

Eu sou a terra, eu sou a vida.
Do meu barro primeiro veio o homem.
De mim veio a mulher e veio o amor.
Veio a árvore, veio a fonte.
Vem o fruto e vem a flor.

Eu sou a fonte original de toda vida.
Sou o chão que se prende à tua casa.
Sou a telha da coberta de teu lar.
A mina constante de teu poço.
Sou a espiga generosa de teu gado
e certeza tranqüila ao teu esforço.

Sou a razão de tua vida.
De mim vieste pela mão do Criador,
e a mim tu voltarás no fim da lida.
Só em mim acharás descanso e Paz.

Eu sou a grande Mãe Universal.
Tua filha, tua noiva e desposada.
A mulher e o ventre que fecundas.
Sou a gleba, a gestação, eu sou o amor.

A ti, ó lavrador, tudo quanto é meu.
Teu arado, tua foice, teu machado.
O berço pequenino de teu filho.
O algodão de tua veste
e o pão de tua casa.

E um dia bem distante
a mim tu voltarás.
E no canteiro materno de meu seio
tranqüilo dormirás.

Plantemos a roça.
Lavremos a gleba.
Cuidemos do ninho,
do gado e da tulha.
Fartura teremos
e donos de sítio
felizes seremos.

Cora Coralina
 

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